Geocaching #1: O jogo e os primeiros encontrados

Olá todo mundo, como vão? Quero compartilhar um jogo bem maneiro com vocês. Trata-se de uma “caça ao tesouro” mundial, em que as Geocaches estão escondidas em diversas cidades e ao encontrá-las você assina informando a data que encontrou. Dependendo do tamanho, é possível que tenha algo dentro e daí você pode levar e deixar algo em troca. Tem ao redor do mundo e estrangeiros já vieram pra minha cidade em busca delas. Aliás, aqui em São José dos Campos tem mais de 20 geocaches e, nesse fim de semana, encontramos seis.

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Reflexão sobre o Dia da Mulher

Primeiro de tudo, gostaria de aproveitar para desejar a todas as mulheres um Feliz Dia da Mulher! Porque sim, todas merecem. O seu facebook deve estar lotado de referências cinematográficas, literárias ou musicais para homenagear as mulheres, mas você sabe como o Dia da Mulher surgiu? Foi no dia 8 de março de 1857 que operárias de Nova York entraram em greve para reivindicar melhores condições de trabalho e suas vozes foram caladas. Essas operárias morreram incendiadas dentro da fábrica que trabalhavam. Anos depois, o dia 8 de março foi escolhido não só para homenagear aquelas mulheres, mas também para promover debate e conscientização sobre o papel da mulher na sociedade. Hoje, 159 anos depois daquele incêndio, as mulheres ainda lutam pela igualdade.

No ano passado, eu havia escrito um post sobre as roupas unissex (leia aqui) nessa data. Depois de ler um post muito interessante sobre a questão da roupa na desvalorização da mulher, quero abordar essa ideia. A blogueira Charlotte Lewis postou sobre como as botas OTK (over the knee, traduzindo: acima do joelho) são muitas vezes relacionadas a prostitutas. Como ela mesma sugere, talvez por conta do famoso filme Uma Linda Mulher. O que, claro, não justifica a relação. (leia o post completo aqui).

O texto da Charlotte  que me inspirou a escrever esse. Tenho visto muitas matérias de casos de abuso nos quais o agressor justifica o ato pela roupa que a vítima estava usando. “Ela estava pedindo”. Muitos casos de mulheres sendo abusadas nos ônibus. Garotas sendo repreendidas nas escolas porque “a roupa dela não é adequada” e “pode distrair os estudantes”. Mulheres que não são contratadas porque tem cabelo colorido. Sério. Ano passado, eu pintei as pontas do meu cabelo de verde e, passando no caixa do supermercado, a moça do caixa disse que gostou do meu cabelo e que ela já teve cabelo roxo. O ridículo é que ela teve que cortar para trabalhar naquele supermercado. Fiquei chocada. “É, eles não aceitam funcionária de cabelo colorido, então tive que cortar pra ter o emprego”.

Dizer que a igualdade de gêneros existe é mentira. Ainda é preciso muita luta e conscientização para que casos como os mencionados acima parem. Para que as pressões diminuam. Para que cada mulher possa ser ela mesma. Nada mais que isso. Porque não existe um padrão a ser seguido. Não existe corpo, cabelo, olhos, altura, peso ou cor que sejam perfeitos. A saia midi não é só para garotas altas e magras. Usar minissaia não quer dizer que você espera ser abusada ou assediada. Ser branca, parda ou negra, de cabelo liso, crespo ou cacheado não define seu caráter. Ter o cabelo rosa/azul/verde/cinza, tatuagens ou piercings não muda sua capacidade. Não importa. Não se envergonhe de quem você é. Confie em si mesma. Então seja você mesma. E mude se tiver vontade.

Feliz Dia da Mulher!

E continuemos na luta!

 

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BEDA#08: 5 destinos internacionais que eu quero ir

Todo mundo tem um destino dos sonhos. E hoje, eu listo 5 deles pra vocês. Não tem muito segredo, são lugares simplesmente mágicos na minha imaginação e que eu quero muito conhecer por ocnta de experiência, cultura, idioma e, claro, paisagens apaixonantes. E os lugares estão em ordem alfabética nesse post.

Amsterdam me parece simplesmente outro mundo. Já amava as diferenças culturais do lugar desde pequena e depois de apreciar um pouquinho disso no maravilhoso A Culpa é das Estrelas, fiquei mais apaixonada. Me parece uma cidade menos exagerada e mais prática, mas isso eu digo depois de ter visitado.

Dublin. Acredito que quero conhecer pelo mesmo motivo que Amsterdam. As diferenças. Seus castelos e atmosfera mais antiga me encantam. Tem um filme que se passa na Irlanda que eu adoro, chama-se Casa Comigo? e trata de uma tradição irlandesa que, no dia 29 de fevereiro, as mulheres podem pedir os homens em casamento.

NY, a big apple. A cidade que não para. Meu sonho de ir pra NY tem mais a ver com movimento, novidade, compras, lojas, área urbana. Algo bem americano mesmo. Morar lá seria total sonho.

Ah, França. O idioma, o ambiente, o romance. Até suspiro só de imaginar. Vejo cada foto com um aperto no coração, morrendo de vontade de conhecer cada cantinho. Sou apaixonada por Paris e no meu quarto você deve encontrar mais imagens da Torre Eiffel do que na própria Paris, ou quase.

E Veneza. Já sou apaixonada pela culinária italiana. Itália também é referência quando se trata de moda. Acho o italiano muito bonito (e também um pouco engraçado, admito). Além de Milão, Veneza é uma cidade que me encanta. Talvez pelo jeitinho das casas, pelo rio que passa pela cidade, pelos barcos… ai ai, por que ainda não inventaram o teletransporte?

Depois dessas fotos e desses sentimentos de “preciso ir pra lá”, é melhor finalizar esse post logo. E você, para onde quer viajar? Me conta seus lugares favoritos no mundo. Beijo e até amanhã.

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