New York dream: Grand Central e Empire State Building

Sabe as crianças quando entram na fantástica fábrica de chocolates? Com os olhos brilhando, queixo caído e um fascínio descrente de que estavam vendo tudo aquilo? Acho que é a melhor forma de descrever como eu estava. Aquela sensação de que você está num sonho bom, mas é ainda melhor, porque é real e você não vai acordar daquilo. Pois bem, é assim que eu me sinto desde o dia 01 de maio de 2017, quando eu pousei nos Estados Unidos, até hoje, enquanto escrevo este post (e não acho que vou perder esse brilho dos olhos).

OBS: Me perdoem as fotos da qualidade da pessoa que tem a câmera como uma extensão do corpo, mas é que nesse dia eu estava só com o celular mesmo. A resolução é baixa, mas a felicidade é imensa demais.

Essa foi a primeira vez que viajei de avião. Embarquei na noite de domingo e, segunda de manhã, estava pousando nos Estados Unidos. A ficha? Não tinha caído ainda. O voo estava cheio de au pairs, várias meninas animadas demais para viver sua própria aventura. Chegamos no aeroporto, uma fila básica na imigração, mala muito pesada (!) e, logo, estávamos todas num ônibus a caminho do hotel. Aliás, um parênteses aqui para agradecer as mensagens da minha família e amigos – que são maravilhosos, escreveram textão e me emocionaram pra caramba.

Mal cheguei no hotel, tomei um banho e já sai para NY. A gente queria mesmo era explorar a cidade. Fui com a Lívia, a Camila e a Thais para a estação de trem, sem saber ao certo onde e como ir, parando para perguntar pro motorista do ônibus escolar e, enfim, comprando uma passagem de trem para Grand Central Terminal, a famosa estação de trem que foi cenário para vários filmes (como Amizade Colorida e Sorte no Amor) e cenário da entrada triunfal de Serena no primeiro episódio de Gossip Girl.

Andamos, nos perdemos, chegamos na 5a Avenida e demos de cara com o Empire State Building. Deixa eu explicar a frase anterior. Nós não tínhamos roteiro. A princípio, íamos encontrar um outro grupo de meninas que estavam indo para o MET. Nos esbarramos no caminho e nos perdemos de novo na hora de entrar no Empire State. Mas era ele ali, imponente, magnífico, deslumbrante. E era real. O sonho era real. E o prédio exercia uma força incrível sobre mim, que inclusive corri pra dentro, porque tudo que antes era uma ideia, uma foto no google, tava ali, na minha frente. E a paisagem, ah, a paisagem. Era NY! Eu era capaz de ver a Estátua da Liberdade à distância, eu podia ver todas as ruas que nós havíamos percorrido, eu via a Brooklin Bridge e eu estava completamente apaixonada. Destaco a frase da Camila: “Tem como sentir homesick com uma vista dessa? Não tem”.

A vista é deslumbrante. Eu realmente estava em Nova York. A ficha ia caindo aos pouquinhos, guardando cada detalhe e o sentimento inexplicável no meu peito. Um sonho estava realizado e eu me sentia completa. Tão eu quanto eu jamais imaginaria ser. E ali, olhando pra baixo, eu também pensava em como eu era pequena e o mundo grande, ali para ser explorado. Me lembrei dessa frase do John Green: “Estava ali: meu mundo inteiro, e eu conseguia vê-lo só de andar ao longo de um prédio.” Eu tenho muito para ver e viver ainda. Todos nós temos.

Nossa, como me fez bem escrever esse post e relembrar esse dia. “A felicidade só é verdadeira quando compartilhada”. Ah, o Rockefeller Center e a Times Square vem num próximo post, aguardem.

Um grande beijo e até a próxima!

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Verbalizando #1: fazendo as malas

HELLO! É com muita emoção que eu começo esse post, sabe por que? Porque o Verbalizando vai ser uma categoria, um tipo novo de post aqui no blog, no qual eu vou comentar e compartilhar um pouco mais da minha vida através de verbos. É inspirado na ideia do Taking Stock, que veio da gringa e que eu conheci pelo blog Compra-se Um Fusca, e no Aleatoriedades, do blog Meninices da Vida. E a emoção de estar escrevendo esse post é que um sonho está para ser realizado e eu tenho vivido um mix de sensações e emoções, como felicidade, ansiedade e saudade. Bora pros verbos então:

Realizando: UM SONHO! Em poucos dias eu estarei embarcando para os Estados Unidos, onde eu vou viver um ano como au pair, estudando, trabalhando, falando inglês e aproveitando muito essa oportunidade.

Sentindo: saudades demais! Eu estou muito ansiosa para a viagem, mas conforme os dias se aproximam e eu me despeço de mais gente, o coração aperta. Minha duas avós choraram quando fui visitá-las, minha tia segurou as lágrimas e eu tentando me manter forte a cada abraço que dava.

Assistindo: 13 reasons why (tô nos últimos episódios), mas tenho assistido pouca coisa, ultimamente. Queria ter assistido muitos filmes no cinema, mas não rolou.

Ouvindo: músicas de festa, com coreografia, sabe? Fui numa balada e num casamento recentemente, então eu ainda tô com as músicas na cabeça. Macarena e Olha a Onda são as que eu mais canto ultimamente.

Planejando: o que fazer em NY! SIM, eu desembarco em NY e apesar de ficar poucos dias, eu quero passear um pouco por lá. Ver a Estátua da Liberdade, mesmo de longe, é o mínimo. Também quero conhecer o Central Park e, ainda, como eu chego 01/05, dia de MET Gala, provavelmente eu vá lá tentar ver alguns famosos no tapete vermelho haha.

Desejando: uma instax! Provavelmente minha primeira compra quando botar os pés em terra americana.

Agradecendo: as pessoas maravilhosas que tenho a minha volta. Que me apoiam, me abraçam, comemoram comigo, me ajudam, me ouvem, me fazem companhia e me fazem imensamente feliz. Obrigada por cada abraço e cada mensagem de carinho. Posso dizer com convicção: eu não seria a mesma não fosse por vocês! Aos meus amigos, que são incríveis e que me dão muito apoio e a minha família, que é maravilhosa e que são a minha força. Amo muito vocês! Ah, podem ir me visitar, viu?

Vestindo: ultimamente, roupa emprestada. Eu já fiz a minha mala, deixei tudo separado, então agora só me restou pouquíssimas roupas, que são as que eu não vou levar na viagem.

Comendo: de tudo! Sabe aquele tipo de coisa que você tem um gosto específico? Por exemplo, eu amo o arroz doce da minha avó e o brigadeiro da mulher da praça de Minas Gerais, duas coisas que eu já comi. Mas também tem paçoquita, biscoito de polvilho, pé de moleque, queijo palitinho e muitas outras coisas que eu amo comer e tô aproveitando muito por aqui.

Finalizo dizendo que estou MUITO ansiosa pra viajar logo (meu voo é no próximo domingo) e que, se você não assinou minha bandeira ainda, temos que resolver isso logo! Também queria pedir desculpas pelo tempo sem atualizar aqui, porque tem sido corrido esse mês, e que eu continuarei compartilhando esse sonho com vocês!!

Beijos e até mais!

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Looks com Body

O body é uma peça que chegou e parou. Substituiu a camiseta e virou item indispensável no closet de muita gente. Dos mais básicos, cores sóbrias e tecidos como malha aos mais sofisticados, como os de velulo (tendência forte no outono/inverno, já comentei aqui), renda ou amarrações, por exemplo, eles dão um up no look e valorizam bem a composição.

São várias as opções e você pode usar em muitos looks diferentes. É legal para quem gosta de cintura marcada, porque como ele fica certo no corpo, ele deixa mais em evidência. Ah, tem vários manga longa pra você usar na meia-estação também, ok? Então não fica fora dessa, porque é uma peça super versátil e muito estilosa que você vai adorar.

Beijos e até mais!

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Série: 13 reasons why

13 reasons why é a nova série da Netflix, lançada na última sexta 31 de março e que é baseada no livro de mesmo nome escrito por Jay Asher. Tendo até Selena Gomez na produção, a série já estava causando uma certa movimentação antes da sua estreia e, agora, ela cumpre o prometido.

A série conta a história de Hannah Baker, uma adolescente do ensino médio que, após se matar, envia fitas contando sobre sua vida para as 13 pessoas que também são motivos de sua decisão. Assim, em 13 episódios, nós mergulhamos na vida daquele grupo de adolescentes, instigados com o que estão ouvindo e procurando entender a opção pelo suicídio.

Ponto positivo para os atores, jovens que estão arrasando demais em seus papéis. As atuações e a sintonia com o resto do elenco precisam ser ressaltadas principalmente por se tratar de um elenco jovem abordando temas tão polêmicos e fortes. A trilha sonora e a transição entre presente e passado também são pontos positivos para essa série, que consegue te tornar parte daquela história, de provocar indagações e de te fazer ir e vir sem atrapalhar a sequência da história.

Tratar depressão e suicídio não é simples e não é fácil, mas a série consegue abordar com eficácia. Outro ponto muito bem representado em 13 reasons why é o envolvimento das redes sociais no processo e a superficialidade como muitas vezes os temas são tratados pelos outros à volta. Ah, sem esquecer de mencionar que toda a temporada é envolta num mistério, sutil, mas que te faz querer cada vez mais. Quer um conselho? Assiste!

E você, o que acha da série?

Beijos e até mais!

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