Labor Day em Martha’s Vineyard

Esse é um post sobre o dia 4 de setembro, segunda-feira, Labor Day (Dia do Trabalho), feriado. Foi o dia que eu fui, com a host family, para Martha’s Vineyard, uma ilha de Massachusetts. Quase 2h de viagem de carro até pegarmos a balsa. Aliás, a primeira vez que eu andei de balsa eu tinha uns 6 anos de idade e eu havia amado. Não foi diferente dessa vez. O mar tem esse efeito sobre mim, eu sou apaixonada/fascinada/encantada por aquela imensidão azul.

Martha’s Vineyard é uma ilha que vários personagens de filme/série tem casa de férias, como em Gilmore Girls, quando o Logan leva a Rory, Lorelai e Luke para passarem o dia dos namorados lá. Ah, depois do carro e da balsa, o meio de transporte foi a bike. Alugamos uma para mim que era simplesmente muito fofa: verde clara e com cesta na frente. E mesmo eu sendo uma das pessoas menos ativas já nascidas, me diverti pedalando (mesmo com uns morros pelo meio do caminho). É tanta beleza pra um dia só que é difícil decidir o primeiro lugar. Na sua opinião: o pôr-do-sol, a praia, a bike ou o meu almoço? Aliás, no quesito lanche, esse ganhou, porque é o melhor que eu já comi na vida.

Basicamente nós chegamos na ilha, pegamos a bike e já fomos almoçar. Depois, joguei cornhole, um jogo americano que tem pra todo lado (esse aqui), pela primeira vez e pedalamos por uma parte da costa parando algumas vezes para ver a paisagem, o farol e, enfim, a praia. Dicas para quem vai a Martha’s Vineyard, além do aluguel de bike que é bem comum lá, tem muito aluguel de jeep e scooters -confesso, eu já queria. E se você não tem a ilha no roteiro, aconselho fortemente a adicionar, porque você não vai se arrepender.

Finalizo o post com essas duas últimas fotos que foram tiradas pela kid (9 anos), minha mini fotógrafa favorita.

Beijos e até mais!

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Uma semana em Wildwoods, NJ

No começo de agosto, meio do verão americano, a minha host family me convidou pra ir pra Wildwoods, cidade litorânea de New Jersey, passar uma semana de férias com eles. É praticamente tradição, eles vão todo ano com os avós e uns amigos. São 7 horas de viagem de carro, passando por Connecticut e New York e, chegando lá, já dava para sentir o clima férias família é da cidade.

A paisagem? Incrível! E foi uma semana de muita praia! Ah, a praia americana se parece bastante com a brasileira, tava bem cheia e o mar é o mesmo, mas em geral é mais quieta (nem sorveteiro grita ou buzina) e não tem quiosques. A programação normalmente era praia/piscina de dia, jantar e algo diferente pra noite. Numa noite, fomos jogar mini golf e, pasmem, eu não sou tão ruim assim. Aliás, foi super divertido e eu recomendo pra todos.

Ah, relativo a comida, o melhor macarrão ao molho pesto que já comi na vida é de um restaurante de Wildwoods. Também fomos ao cinema e eu fiz todo mundo esperar por mim até o final do final pra ver o pós crédito do Spider-man: Homecoming. Outra noite, fomos na Boardwalk (uma espécie de calçadão à beira da praia), que também tem um parque de diversões e se as crianças se divertiram muito, imagina eu então, que fui numa montanha russa (meu brinquedo favorito) que era a mais longa que eu já fui – e muito maneira!

Dica se você quiser ir pra lá, leva dinheiro em espécie porque MUITOS lugares não vão aceitar cartão. Enfim, Wildwoods foi uma semana incrível dessa aventura americana que me deixou super queimada com uns bronzeados meio diferentes (e que eu ainda tenho, 2 meses depois), mas valeu muito a pena!

Beijos e até mais!

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Meu intercâmbio: Au Pair

 

Se essa não é sua primeira vez nesse blog, você já deve saber que eu estou nos Estados Unidos. Eu fiz um vídeo explicando sobre o básico do meu intercâmbio e esse post é de complemento para você entender certinho e, quem sabe, se motivar a viver essa experiência também.

Uma coisa que eu esqueci de mencionar no vídeo é que você também tem direito a duas semanas de férias remuneradas durante o seu ano de au pair 🙂

Ah, os sites das agências do meu intercâmbio são a Au Pair in America e a Experimento.

Finalizo o post com a lista acima, achada no pinterest, com 7 motivos para ser au pair e tudo bem explicadinho. Qualquer dúvida, deixa nos comentários 🙂

Beijos e até mais!

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New York dream: Grand Central e Empire State Building

Sabe as crianças quando entram na fantástica fábrica de chocolates? Com os olhos brilhando, queixo caído e um fascínio descrente de que estavam vendo tudo aquilo? Acho que é a melhor forma de descrever como eu estava. Aquela sensação de que você está num sonho bom, mas é ainda melhor, porque é real e você não vai acordar daquilo. Pois bem, é assim que eu me sinto desde o dia 01 de maio de 2017, quando eu pousei nos Estados Unidos, até hoje, enquanto escrevo este post (e não acho que vou perder esse brilho dos olhos).

OBS: Me perdoem as fotos da qualidade da pessoa que tem a câmera como uma extensão do corpo, mas é que nesse dia eu estava só com o celular mesmo. A resolução é baixa, mas a felicidade é imensa demais.

Essa foi a primeira vez que viajei de avião. Embarquei na noite de domingo e, segunda de manhã, estava pousando nos Estados Unidos. A ficha? Não tinha caído ainda. O voo estava cheio de au pairs, várias meninas animadas demais para viver sua própria aventura. Chegamos no aeroporto, uma fila básica na imigração, mala muito pesada (!) e, logo, estávamos todas num ônibus a caminho do hotel. Aliás, um parênteses aqui para agradecer as mensagens da minha família e amigos – que são maravilhosos, escreveram textão e me emocionaram pra caramba.

Mal cheguei no hotel, tomei um banho e já sai para NY. A gente queria mesmo era explorar a cidade. Fui com a Lívia, a Camila e a Thais para a estação de trem, sem saber ao certo onde e como ir, parando para perguntar pro motorista do ônibus escolar e, enfim, comprando uma passagem de trem para Grand Central Terminal, a famosa estação de trem que foi cenário para vários filmes (como Amizade Colorida e Sorte no Amor) e cenário da entrada triunfal de Serena no primeiro episódio de Gossip Girl.

Andamos, nos perdemos, chegamos na 5a Avenida e demos de cara com o Empire State Building. Deixa eu explicar a frase anterior. Nós não tínhamos roteiro. A princípio, íamos encontrar um outro grupo de meninas que estavam indo para o MET. Nos esbarramos no caminho e nos perdemos de novo na hora de entrar no Empire State. Mas era ele ali, imponente, magnífico, deslumbrante. E era real. O sonho era real. E o prédio exercia uma força incrível sobre mim, que inclusive corri pra dentro, porque tudo que antes era uma ideia, uma foto no google, tava ali, na minha frente. E a paisagem, ah, a paisagem. Era NY! Eu era capaz de ver a Estátua da Liberdade à distância, eu podia ver todas as ruas que nós havíamos percorrido, eu via a Brooklin Bridge e eu estava completamente apaixonada. Destaco a frase da Camila: “Tem como sentir homesick com uma vista dessa? Não tem”.

A vista é deslumbrante. Eu realmente estava em Nova York. A ficha ia caindo aos pouquinhos, guardando cada detalhe e o sentimento inexplicável no meu peito. Um sonho estava realizado e eu me sentia completa. Tão eu quanto eu jamais imaginaria ser. E ali, olhando pra baixo, eu também pensava em como eu era pequena e o mundo grande, ali para ser explorado. Me lembrei dessa frase do John Green: “Estava ali: meu mundo inteiro, e eu conseguia vê-lo só de andar ao longo de um prédio.” Eu tenho muito para ver e viver ainda. Todos nós temos.

Nossa, como me fez bem escrever esse post e relembrar esse dia. “A felicidade só é verdadeira quando compartilhada”. Ah, o Rockefeller Center e a Times Square vem num próximo post, aguardem.

Um grande beijo e até a próxima!

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